| Design em Movimento |
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Na virada do século XX, avanços industriais, tecnológicos, mudanças socioeconômicas e condições culturais do monopólio capitalista por toda a Europa, fizeram com que artistas de todo o mundo repelissem a representação artística clássica. Este impulso direcionou uma rápida evolução da abstração na pintura e na escultura. Pintores cubistas revolucionários começaram a expressar o espaço em formas e termos geométricos. Futuristas italianos tornaram-se interessados em demonstrar movimento em suas telas como meio de libertação das massas do tratamento cruel que recebiam do governo. Artistas dos movimentos dadaísta e surrealista viram na exploração da expontaneidade, do subconsciente e do comportamento irracional, a forma de se libertar dos conceitos tradicionais. Estas formas de Modernismo abandonaram as leis da beleza e da organização social na tentativa de demolir o presente padrão estético da arte. Isto foi manifesto na música, poesia, escultura, pintura, design gráfico e na cinematografia experimental. O design de títulos de filmes transformou-se em uma forma de cinematografia experimental dentro do "reino" do cinema comercial. A origem do design de títulos de filmes pode ser traçada bem antes, na era do cinema mudo, mas durante os anos 50, um designer gráfico americano, Saul Bass, tornou-se o principal inovador desta área no mercado cinematográfico. Suas evocativas aberturas de filmes para diretores renomados como Alfred Hitchcock, Martin Scorsese, Stanley Kubrick e Otto Preminger ganharam a atenção pública e foram considerados verdadeiros filmes em miniatura dentro da própria obra. As suas composições de design em movimento funcionam como um prefácio do filme, determinando o tom e a atmosfera para a narrativa seguinte. Os avanços primários das técnicas cinematográficas que eram usados nos filmes experimentais avant-garde e suas aberturas foram adotadas pela televisão no final da década de 60. Harry Marks, que trabalhava para a ABC, concebeu a ideia de um logo em movimento e então contratou Douglas Trumbull (supervisor dos efeitos especiais de 2001: Uma Odisséia no Espaço) para ajudar ele neste plano audacioso, que levaria o design de movimento para uma totalmente nova dimensão, a TV. Depois de cativar milhares de telespectadores, o design em movimento tornou-se membro vitalício de uma grande revolução nas artes gráficas, tendo hoje posição de destaque efetivo junto às artes audiovisuais, integrando a linguagem do design gráfico e a dinâmica linguagem visual do cinema. Nos tempos atuais, Motion Designers tornaram-se figuras essenciais na criação e desenvolvimento de conteúdo para diversas formas de propagação de mensagens e enredos, como TV, cinema, internet, painéis de informação pública e realidades imersivas. A mano5 Produções Criativas, oferece seu grupo de Motion Designers, para atender a constante demanda do mercado de atingir sua audiencia através de formas revolucionárias de comunicação através do design em movimento. |








A imagem em movimento no cinema ocupa um lugar único de importância na história da arte do século XX. Pioneiros de filmes experimentais dos anos 20 exerceram tremenda influência nas gerações vindouras de animadores e designers gráficos. Na indústria cinematográfica, o desenvolvimento de aberturas animadas para filmes e seus créditos, nos anos 50, estabeleceu-se uma nova forma de design gráfico, o Design em Movimento ou Motion Design.